Nikolas Ferreira - Deputado Federal
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Nikolas foi para cima da relatora na CPMI

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Nikolas Ferreira
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Nikolas Ferreira fez um pronunciamento combativo na Câmara dos Deputados durante sessão da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito), questionando a conduta da relatora Eliziane Gama e apontando inconsistências nas acusações que havia recebido. O deputado trouxe provas documentais de supostas conversas entre a relatora e investigados, denunciando parcialidade institucional. Além disso, fez comparações contundentes entre as condenações de diferentes réus no Brasil, questionando se há proporção na justiça criminal.

A parcialidade da relatora

Nikolas abriu seu discurso citando outros senadores e deputados que já haviam levantado suspeitas sobre a imparcialidade da relatora Eliziane Gama. Segundo ele, prova documental evidenciaria que assessores da relatora teriam conversado com investigados, e que as mesmas perguntas feitas por ela e outros parlamentares tiveram origem em tais conversas. O questionamento sobre parcialidade gerou reação da esquerda, o que Nikolas interpretou como tentativa de silenciar críticas legítimas.

“Assim como outros senadores e deputados disseram aqui anteriormente com relação à parcialidade da relatora, que foi pego através do seu assessor conversando com investigados, isso tem uma prova documental de que as mesmas perguntas foram as perguntas feitas pela relatora aqui e os deputados e senadores questionaram isso.” Nikolas Ferreira, na CPMI.

Nikolas afirmou que se estivesse no lugar de relatora e descobrisse tal situação, ficaria envergonhado e tomaria providências. Para o deputado, a situação constitui um episódio de má conduta institucional que não pode ser tratada como imoral ou crime simplesmente por ser questionada.

“Se eu estivesse sentado como relator e essa situação viesse à tona realmente ficaria bastante envergonhado, e faria o mesmo que Elisiane não ficaria sentado aqui porque realmente é uma situação vexatória.” Nikolas Ferreira, na CPMI.

O desafio aos acusadores

Nikolas lançou um ultimato público à relatora e à deputada Jandira Feghali, que havia feito acusações contra ele e o colega André Felipe. O deputado desafiou os acusadores a comprovarem as afirmações, sob pena de renunciarem seus mandatos, ou reconhecerem a falsidade das acusações.

“Eu faço um desafio aqui para ambas que caso comprove isso eu não sei o meu mandato. Agora caso seja mentira, que às vezes eu não sei, que vocês denunciem seus mandados. Então eu tô tranquilo quanto a isso, aguardo e nós três estamos tranquilo quanto a isso.” Nikolas Ferreira, na CPMI.

Nikolas argumentou que acusações sérias devem ser feitas de forma corajosa, face a face, e não apenas nos bastidores. Ele convocou os acusadores a trazerem as provas e as acusações para o plenário, exigindo coragem.

A desproporção nas condenações

O ponto central do discurso foi uma análise minuciosa das penas aplicadas a diferentes réus no Brasil, destacando inconsistências que, segundo Nikolas, revelam parcialidade ideológica da justiça. Ele citou o caso de Aécio Neves, condenado a 17 anos de cadeia, e comparou com as penas de criminosos de maior envergadura.

“O réu, Aécio, que tomou aí 17 anos de cadeia por abolição violenta do estado democrático de direito, cinco anos e seis meses de detenção, golpe de estado, seis anos e seis meses, dano qualificado, um ano e seis meses de apropriação de patrimônio tombado, um ano e seis meses, associação criminosa, dois anos. Isso soma 17 anos de prisão.” Nikolas Ferreira, na CPMI.

Nikolas questionou se a quebra de janelas e um discurso dentro do Senado realmente configurariam abolição violenta do Estado democrático. Para o deputado, colocar a acusação de golpe de estado sobre uma pessoa que fez um discurso desconexo é desproporcional, comparando isso mais a vingança do que a justiça.

“O estado democrático de direito do nosso país, ele é tão sensível assim a ponto de uma janela, várias janelas quebradas do prédio deixar o estado democrático de direito completamente abalado? Colocar golpe de estado em cima de uma pessoa, um bobo qualquer, realmente é muito mais um âmbito de uma vingança judicial do que de fato tentar fazer justiça.” Nikolas Ferreira, na CPMI.

A comparação com criminosos maiores

Nikolas trouxe comparações com outras condenações para evidenciar a desproporcionalidade. Citou que Lula, condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, recebeu a mesma pena de Aécio, enquanto José Dirceu, envolvido no mensalão, recebeu apenas dez anos e dez meses. Para Nikolas, isso demonstra que para a justiça brasileira, Aécio tem mais peso que um “canalha que roubou os cofres públicos”.

“Lula foi condenado pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, tomou a mesma pena do Aécio, ou seja, Aécio você é para a justiça tem o mesmo peso do canalha que roubou os cofres públicos. José Dirceu que tomou dez anos e dez meses de reclusão pelo mensalão, dinheiro do povo brasileiro.” Nikolas Ferreira, na CPMI.

Nikolas também notou que crimes de estupro recebem penas de 6 a 10 anos, enquanto Aécio deveria permanecer mais tempo preso, segundo a condenação. Para o deputado, isso representa perseguição política, não justiça.

A denúncia contra Jandira Feghali

Nikolas direcionou crítica contundente à deputada Jandira Feghali do Partido Comunista do Brasil, apresentando prints de redes sociais onde ela supostamente apoiaria líderes comunistas e ditadores. Segundo Nikolas, a deputada defenderia Che Guevara, Nicolás Maduro, Fidel Castro, Hugo Chávez e Joseph Stalin.

“A democrática Jandira Feghali apoia, você tem ali ela apoiando por exemplo o Che Guevara, siempre Comandante Che Guevara. Esse daí se tivesse vivo hoje ela não ia pedir prisão, mas a senhora como é que ela chama, a irmã Hilda tinha que ir presa para cadeia porque tava com a Bíblia na mão.” Nikolas Ferreira, na CPMI.

Nikolas questionou por que a deputada, que defende regimes totalitários, poderia criticar o exército brasileiro ou acusar a direita de fascismo. Para ele, a incoerência entre discurso e prática era flagrante.

O questionamento sobre manifestações e exército

Nikolas finalizou seu discurso criticando a pressão de políticos sobre o General Dutra para que o exército reprimisse manifestações civis. Para o deputado, pedir ao exército para reprimir manifestação pacífica é incompatível com democracia, e o fato de alguns parlamentares que criticam a ditadura militar agora pedirem tal repressão revelaria duplo padrão.

“Hoje cedo uma situação surreal: General Dutra que é uma Senadora e uma deputada pressionando um general e o exército brasileiro afirmando que deveriam reprimir a livre manifestação das pessoas. Agora é o exército que define onde, quem e qual o tema que pode ser feito de manifestação?” Nikolas Ferreira, na CPMI.

Nikolas ressaltou que manifestantes pediam impeachment de ministro, o que é prerrogativa da Câmara, e não crime. Ele criticou o duplo padrão entre tolerar ocupações de movimentos de esquerda e condenar manifestações de direita.

Principais pontos destacados

  • A parcialidade da relatora Eliziane Gama foi questionada com base em provas documentais de supostas conversas com investigados;
  • Nikolas desafiou publicamente os acusadores a provarem as afirmações ou renunciarem seus mandatos;
  • A condenação de Aécio Neves a 17 anos foi comparada a penas de outros condenados, evidenciando desproporção;
  • Lula e Aécio receberam a mesma pena apesar de crimes distintos, segundo Nikolas;
  • A deputada Jandira Feghali foi acusada de apoiar regimes totalitários enquanto critica a direita;
  • Nikolas criticou a pressão para que o exército reprimisse manifestações civis;
  • O duplo padrão entre tolerar ocupações de esquerda e condenar manifestações de direita foi denunciado.

Perguntas frequentes (FAQ)

1. O que exatamente Nikolas acusou a relatora Eliziane Gama de ter feito?

Nikolas apresentou denúncia de que assessores da relatora teriam conversado com investigados e que as perguntas feitas por ela nos trabalhos da comissão teriam origem nessas conversas. Ele apresentou isso como prova documental de parcialidade institucional na condução da CPMI.

2. Qual foi o desafio que Nikolas fez aos seus acusadores?

Nikolas desafiou Eliziane Gama e Jandira Feghali a comprovarem as acusações que fizeram contra ele e André Felipe. Se provassem, ele renunciaria o mandato. Se não conseguissem provar, pediu que renunciassem seus mandatos ou reconhecessem que haviam mentido.

3. Qual é a conexão entre Aécio Neves, Lula e a crítica de Nikolas sobre desproporcionalidade?

Nikolas usou os casos de Aécio Neves e Lula para demonstrar que ambos receberam a mesma condenação (17 anos), apesar de Lula ter sido condenado por corrupção e lavagem de dinheiro enquanto Aécio foi condenado por quebra de patrimônio. Para Nikolas, isso evidencia inconsistência e possível viés ideológico na justiça brasileira.

4. Qual é a crítica de Nikolas contra Jandira Feghali?

Nikolas criticou a deputada por aparentemente apoiar líderes comunistas e ditadores como Che Guevara, Nicolás Maduro, Fidel Castro e Joseph Stalin, ao mesmo tempo em que critica a direita e acusa políticos conservadores de fascismo. Para Nikolas, isso demonstra duplo padrão e falta de coerência moral.

5. Por que Nikolas questionou a repressão do exército às manifestações?

Nikolas argumentou que pedir ao exército para reprimir manifestações civis pacíficas é incompatível com democracia. Além disso, criticou parlamentares que defendem direitos humanos mas pediam repressão militar quando as manifestações envolviam grupos de direita.

6. Qual é a diferença entre as manifestações de esquerda e direita segundo Nikolas?

Para Nikolas, existe um duplo padrão: manifestações de movimentos de esquerda dentro de prédios públicos são toleradas, mas manifestações de direita fora de quartéis são criticadas como invadidas. Ele questionou essa inconsistência em como as manifestações são tratadas legalmente.

7. Como Nikolas encerrou seu pronunciamento?

Nikolas deixou registrado que apesar de respeitar a instituição militar, a acusação do General Dutra de chamar manifestantes pacíficos de criminosos foi deselegante. Pediu que a palavra criminoso não fosse generalizada para quem simplesmente exercia direito de protesto e manifestação.

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FAQ: Perguntas Frequentes

Sobre o que trata o artigo “Nikolas foi para cima da relatora na CPMI”?

Nikolas questiona a parcialidade da relatora Eliziane Gama na CPMI e compara desproporção entre condenações judiciais no Brasil.

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Nikolas é atualmente Deputado Federal pelo estado de Minas Gerais sendo, em 2022, eleito o deputado mais votado do país e o mais votado da história de Minas Gerais, com 1,49 milhão de votos e apenas 26 anos. Hoje, na Câmara e nas redes sociais, luta pela Verdade, pela Família e pelo Brasil.

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Nikolas Ferreira
O Autor

Nikolas Ferreira

Deputado Federal por Minas Gerais, PL

Colunista da Gazeta do Povo

Deputado Federal mais votado de todo o Brasil em 2022 e o mais votado da história de Minas Gerais. Mineiro de Belo Horizonte, cristão e conservador, tem sua atuação pautada pela defesa da família, da liberdade e do livre mercado. Formado em Direito pela PUC Minas, atua na Comissão de Constituição e Justiça e presidiu a Comissão de Educação da Câmara. É colunista do jornal Gazeta do Povo.