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A maior faxina da história do Rio de Janeiro

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Nikolas Ferreira
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Nikolas Ferreira comentou em seu canal a operação de segurança que vitimizou 60 criminosos que mantinham o Rio de Janeiro sob regime de terror. A comoção política da esquerda revela a verdade por trás da pauta.

A maior faxina que o Rio de Janeiro já viu

A operação que resultou na morte de 60 criminosos representa o maior combate ao crime organizado da história recente do estado. Estes não eram cidadãos desarmados, eram integrantes de organizações faccionadas que impunham tráfico, execuções e controle territorial sobre as comunidades cariocas.

“60 criminosos mortos que estavam criando um cenário de guerra em um local onde as pessoas são subordinadas ao tráfico. E aqui eu digo isso com muita tranquilidade, porque olha só, um pai de família com duas crianças é assassinado brutalmente e a esquerda comemora, zomba e brinca. Daí traficante é morto pela polícia e eles estão de luto.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento oficial no YouTube.

O paradoxo revela a prioridade discursiva de quem deveria estar focado em defender a vida comum. Enquanto famílias são vitimizadas pela violência, a esquerda politiza a morte do criminoso como se fosse injustiça social.

O papel da STF em paralisar a segurança pública

A operação não é fruto de vaidade ou autoritarismo, é a reação necessária a anos de paralisia institucional. A decisão da STF (DPF635) impediu a segurança pública de fazer operações policiais dentro de favelas, criando um vácuo de 15 anos em que o tráfico se preparou, se armou e lucrou sem vigilância.

“Quem começou tudo isso foi o STF com a DPF635, impedindo a segurança pública de fazer a operação policial dentro da favela. E nesse tempo, obviamente, o que aconteceu, se prepararam, se armaram, mais tráfego, mais dinheiro, mais preparo para agora quando a corda esticou e estourou, tá tendo aí 100 fuzis apreendidos em um local onde basicamente deveriam ser um local de moradia.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento oficial no YouTube.

Foram apreendidos mais de 100 fuzis de guerra em uma única ação. A concentração de armamento pesado em comunidades urbanas não é coincidência, é o resultado direto da omissão do Judiciário.

Governador Cláudio Castro pediu blindados três vezes e levou não como resposta

O Governador Cláudio Castro (PL-RJ) solicitou ao menos três vezes o envio de blindados e reforço da Marinha ao Rio de Janeiro. Todas as solicitações foram negadas. Enquanto isso, o presidente Lula declarou publicamente que não decretaria Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e não autorizaria o uso das Forças Armadas nas favelas.

“Governador Cláudio Castro pediu três vezes blindados à Marinha. Foram todos negados e ainda com o argumento de que é necessário instituir a garantia da lei da ordem. E sabe o que que o Lula falou? Que não decretará GLO no Rio e não quer forças armadas nas favelas brigando com bandido.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento oficial no YouTube.

O argumento governamental é circular. Nega recursos alegando que não pode usar recursos. Enquanto isso, as Forças Armadas brasileiras estão à disposição em cenários menores (Amazônia, operações internacionais), mas não para defender a população urbana das maiores cidades.

Quatro heróis caíram no cumprimento do dever

A operação custou perdas. Quatro policiais militares foram mortos em combate e seus nomes merecem estar na história e na memória coletiva: Sargento Éber Carvalho, Sargento Cleiton Serafim, Marcos Vinícius e Rodrigo Veloso.

“Nenhum desses nomes foram citados pela esquerda. Pelo contrário, tão focados os criminosos bandidos que aterrorizam a vida do cidadão na favela para poder chegar aqui e não se compadecer com esses policiais militares que são devidamente heróis.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento oficial no YouTube.

A morte do criminoso recebe luto político, a morte do policial recebe silêncio. Este é o silêncio seletivo que define a esquerda brasileira.

O criminoso investigado por 100 homicídios

Entre os 60 mortos estava Domingos, líder da organização criminosa investigado por 100 assassinatos, incluindo crianças. Sua morte eliminou uma fonte de recrutamento, dinheiro e planejamento para o tráfico carioca. A operação não foi perseguição, foi resposta proporcional à magnitude do crime. O fato de que um homem liderava 100 mortes sem punição é que deveria alarmar qualquer pessoa comprometida com a lei.

Cinco das dez cidades mais perigosas do país são governadas pelo PT

Enquanto a esquerda lamenta a morte de criminosos no Rio, as cidades que administra enfrentam a mesma violência. Das 10 cidades mais perigosas do Brasil, cinco estão na Bahia, estado governado pelo PT há anos. A prova de competência não é o discurso suave, é o resultado. O Rio tem um governador que age. A Bahia tem um governo que fala.

Segurança pública não é propaganda, é responsabilidade

A retórica de paz e amor jamais derrotou organização criminosa. O exemplo internacional é inegável. El Salvador, reconhecido como um dos países mais violentos do mundo, implementou operações policiais de segurança pública sob Nayib Bukele com resultado transformacional.

“Sabe o que é a realidade? é de que o Buquell fez em El Salvador com o tamanho do Rio de Janeiro, combatendo o crime organizado com operação policial. Sabe o que aconteceu, Cabo Gilberto? Saiu do país mais violento do mundo para um país que não tem nenhum homicídio.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento oficial no YouTube.

Não é fórmula nova, é fórmula comprovada. Repressão séria funciona. Cinquenta e seis dos 60 criminosos eram investigados por envolvimento com assassinato, tráfico e domínio territorial. Esta não é uma questão de humanidade, é uma questão de segurança pública.

Principais pontos destacados

Uma operação de segurança pública eliminou 60 criminosos investigados por assassinatos, tráfico e controle territorial. A STF paralisa a segurança ao negar operações em favelas há 15 anos; agora o resultado é inevitável. Governador Cláudio Castro pediu reforço militar três vezes, Lula negou todas as vezes. Quatro policiais heróis caíram; a esquerda não cita seus nomes. Cinco das dez cidades mais perigosas do Brasil estão na Bahia, governada pelo PT. El Salvador provou que operação policial rigorosa elimina violência, o Brasil pode fazer igual.

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FAQ: Perguntas Frequentes

1. Quantos criminosos foram mortos na operação de segurança no Rio?

60 criminosos investigados por envolvimento com tráfico, assassinatos e controle territorial foram eliminados na operação.

2. Por que a STF impediu operações policiais em favelas?

A decisão DPF635 criou uma limitação institucional sob argumento de garantia de direitos. O resultado foi paralisia e, consequentemente, preparação e armamento do tráfico por 15 anos.

3. Qual foi a posição do governador Cláudio Castro durante a operação?

O governador solicitou reforço militar (blindados da Marinha) três vezes. Todas as solicitações foram negadas pelo governo federal.

4. Quantos policiais foram mortos na operação?

Quatro policiais militares caíram em combate: Sargento Éber Carvalho, Sargento Cleiton Serafim, Marcos Vinícius e Rodrigo Veloso.

5. Por que Nikolas Ferreira criticou a reação da esquerda à operação?

A esquerda comemorou a morte de criminosos como se fossem vítimas da sociedade, ignorando que eles eram responsáveis por 100 homicídios investigados e que terrorizavam moradores de favelas.

6. Qual é o exemplo internacional que Nikolas citou sobre segurança pública?

El Salvador, sob Nayib Bukele, transformou-se do país mais violento do mundo em país praticamente sem homicídios após implementar operações policiais de combate ao crime organizado.

7. Qual é a diferença de gestão de segurança entre PT e PL mencionada no vídeo?

Das 10 cidades mais perigosas do Brasil, cinco estão na Bahia, governada pelo PT. O Rio de Janeiro, sob governador do PL, realiza operações de segurança pública mais incisivas.

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Nikolas é atualmente Deputado Federal pelo estado de Minas Gerais sendo, em 2022, eleito o deputado mais votado do país e o mais votado da história de Minas Gerais, com 1,49 milhão de votos e apenas 26 anos. Hoje, na Câmara e nas redes sociais, luta pela Verdade, pela Família e pelo Brasil.

E aí, o que achou? Divulguem, a verdade tem que ser dita!

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Nikolas Ferreira
O Autor

Nikolas Ferreira

Deputado Federal por Minas Gerais, PL

Colunista da Gazeta do Povo

Deputado Federal mais votado de todo o Brasil em 2022 e o mais votado da história de Minas Gerais. Mineiro de Belo Horizonte, cristão e conservador, tem sua atuação pautada pela defesa da família, da liberdade e do livre mercado. Formado em Direito pela PUC Minas, atua na Comissão de Constituição e Justiça e presidiu a Comissão de Educação da Câmara. É colunista do jornal Gazeta do Povo.