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Misoginia? Saiba a verdade do que foi aprovado

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Nikolas Ferreira
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Você sabe o que realmente foi aprovado no Senado sobre misoginia? Nikolas Ferreira revelou em vídeo recente por que essa lei não protege mulheres, mas sim cria um instrumento de censura e controle. Confira neste artigo a verdade por trás da aprovação que choca pela subjetividade e aplicação seletiva.

O que é Misoginia Segundo o Projeto de Lei

No Senado Federal, foi aprovado um projeto que equipara misoginia ao racismo, podendo resultar em dois a cinco anos de cadeia e multa. Mas sabe o que caracteriza misoginia segundo os especialistas ouvidos no projeto? Interromper a fala de uma mulher em uma reunião, uma conversa ou debate. Questionar se ela está nervosa ou de TPM. Desqualificar a opinião dela.

“Quando vem alguém, um homem, e rouba a nossa voz, interrompe a nossa voz, é de uma violência gigantesca.” Nikolas Ferreira, em exposição sobre as definições da lei aprovada no Senado Federal.

A Globo também corroborou: perguntar se uma mulher está de TPM é considerado crime. Duvidá-la, questionar sua fala num debate vai ser considerado crime agora, segundo o Senado Federal.

A Subjetividade Perigosa de Uma Lei Vaga

O grande problema deste projeto é sua subjetividade extrema. Nikolas explica que a lei não trata de agressão, homicídio ou abuso contra mulheres, casos que já têm punição. Ela criminaliza comportamentos cotidianos, interpretáveis de formas diferentes conforme quem aplica.

“Agora, a misogenia que eles conceituaram aí é a misogenia de você não poder perguntar para uma mulher se ela tá nervosa porque ela tá de TPM. Então assim, não subestima a nossa inteligência não, porque quem ver esse vídeo aqui até o final vai entender o que eu tô falando.” Nikolas Ferreira, criticando a vagueza do conceito de misoginia na lei.

Diferentemente da esquerda, Nikolas votou para aumentar as penas para crimes hediondos. Mas a criminalização da fala cotidiana e do debate é instrumento de censura, não proteção à mulher. É um mecanismo legal para silenciar quem discorda.

O Silêncio Seletivo na Aplicação da Lei

A aplicação será evidentemente seletiva. Nikolas relembra o caso de Erika Hilton na comissão da mulher, um homem biológico, xingando uma mulher, mas tudo bem porque era uma mulher de direita. A ONG feminista processou Erika, mas e quando uma mulher processa uma mulher trans? Quem vai para a cadeia?

“Ou vocês não lembram de quando a Erica Hilton estava na comissão da mulher xingando uma outra mulher, só que pode, né? Porque ela era uma mulher de direita.” Nikolas Ferreira, exemplificando a seletividade na aplicação da lei.

No Brasil, você não consegue debater a definição do que é uma mulher sem sofrer risco de ir para a cadeia. Isso é controle de narrativa, não proteção a direitos.

Crimes Reais Sendo Ignorados Enquanto Debate Sobre TPM

Enquanto o Senado aprova lei sobre questionar TPM, crimes reais contra mulheres continuam impunes. A situação é desesperadora: justiça solta acusado de estupro e morte, polícia procura suspeitos de estupro coletivo, jovens de 22 anos são torturadas e mortas, crianças de 10 anos são estupradas. E sabe qual é a resposta da esquerda? A esquerda votou contra aumento de penas para esses crimes. Votou contra castração química para pedófilos. Votou contra cadastro nacional de predadores sexuais.

“A esquerda vai lá e vota contra um aumento de pena para esses crimes. Menina de 10 anos é estuprada e morta a facadas. A esquerda vai lá e vota contra a castração química para pedófilos.” Nikolas Ferreira, contrastando ações reais de proteção com o projeto vago sobre misoginia.

Nikolas então questiona: percebem que não há ação concreta nenhuma para defender a mulher? Separar criminosos, estupradores, pedófilos, bandidos que roubam e matam é o que realmente protege. Mas não, o importante é impedir que alguém pergunte se a mulher está de TPM.

Os Exemplos de Hipocrisia que Revelam a Intenção Real

Um jogador do Bragantino falou que a Federação Paulista não deveria colocar mulher para apitar. Era uma fala errada? Sim, claro. Mas o cara vai pegar de dois a cinco anos de cadeia enquanto quem matou uma médica da Marinha com bala perdida dentro de um hospital fica solto. Era a vítima número 105 só na região metropolitana do Rio de Janeiro.

O presidente Lula, ao escolher uma mulher “para diminuir distância com o Congresso”, faz comentário sexista. A Globo passa pano: “é apenas um escorregão”. Mas se alguém de direita falasse o mesmo? Seria crime de misoginia, cadeia, criminoso.

“Mas pensa comigo por um segundo. Que aconteceria se eu ou qualquer outra pessoa de direita falasse as mesmas frases que o Lula falou agora? Aí seria misogenia, aí seria crime, tem que ir pra cadeia.” Nikolas Ferreira, mostrando a aplicação seletiva da futura lei.

Principais Pontos Destacados

  • A lei aprovada no Senado criminaliza comportamentos cotidianos como questionar uma mulher ou interromper sua fala, não atos de violência real.
  • Crimes graves como estupro, homicídio e abuso sexual já têm punição, mas a esquerda votou contra aumentar penas para esses delitos.
  • A aplicação será seletiva: fala de aliados políticos da esquerda sofre pano da mídia, enquanto fala de conservadores é criminalizada.
  • O projeto não protege mulheres, mas cria instrumento de censura para controlar o discurso político.
  • Brasil tem o maior número de estupros dos últimos 5 anos, mas prioridade do Senado é proibir conversas sobre TPM.
  • Falsa acusação e abuso de lei contra homem também são realidade (caso Johnny Depp exemplifica), tema silenciado pela esquerda.
  • Liberdade de expressão e liberdade de agressão são conceitos diferentes, mas essa lei confunde os dois.
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FAQ: Perguntas Frequentes

1. O que é misoginia segundo o projeto aprovado no Senado?

Segundo as definições ouvidas durante a votação, misoginia inclui interromper a fala de uma mulher, questionar sua opinião, duvidar dela em um debate ou até perguntar se ela está nervosa porque está de TPM.

2. Qual é a pena para quem for condenado por misoginia?

A pena é de dois a cinco anos de cadeia, além de multa. É a mesma pena de crimes graves, comparada ao racismo.

3. Por que Nikolas diz que a lei não protege mulheres?

Porque a lei não trata de agressão, estupro ou homicídio contra mulheres. Esses crimes já têm punição. A lei criminaliza apenas fala e debate, não atos violentos reais.

4. Qual é a crítica principal sobre a aplicação da lei?

A lei será aplicada seletivamente. Aliados políticos da esquerda que cometem atos sexistas não sofrem consequências, enquanto conservadores serão criminalizados pelas mesmas falas.

5. Como o caso Erika Hilton exemplifica a seletividade?

Erika Hilton, um homem biológico na comissão da mulher, xingou uma mulher biologicamente e nada aconteceu porque ela era de direita. Mas se o processo fosse ao contrário, questiona Nikolas, quem iria para a cadeia?

6. O que diz Nikolas sobre a falta de ação contra crimes reais?

Que enquanto o Senado aprova lei sobre TPM, mulheres são estupradas, mortas, torturadas, e a esquerda vota contra aumento de penas para esses crimes, contra castração química de pedófilos e contra cadastro nacional de predadores.

7. O que Nikolas vai fazer como deputado federal?

Nikolas afirmou que vai lutar para derrubar o projeto na Câmara dos Deputados e preparar o Brasil para cobrar ações concretas que realmente protejam as mulheres contra crimes reais, não contra fala.

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Nikolas é atualmente Deputado Federal pelo estado de Minas Gerais sendo, em 2022, eleito o deputado mais votado do país e o mais votado da história de Minas Gerais, com 1,49 milhão de votos e apenas 26 anos. Hoje, na Câmara e nas redes sociais, luta pela Verdade, pela Família e pelo Brasil.

E aí, o que achou? Divulguem, a verdade tem que ser dita!

O debate apresentado em “Misoginia? Saiba a verdade do que foi aprovado” merece chegar a mais brasileiros. Compartilhe este vídeo e este artigo em suas redes sociais e ajude a divulgar essas informações.

Nikolas Ferreira
O Autor

Nikolas Ferreira

Deputado Federal por Minas Gerais, PL

Colunista da Gazeta do Povo

Deputado Federal mais votado de todo o Brasil em 2022 e o mais votado da história de Minas Gerais. Mineiro de Belo Horizonte, cristão e conservador, tem sua atuação pautada pela defesa da família, da liberdade e do livre mercado. Formado em Direito pela PUC Minas, atua na Comissão de Constituição e Justiça e presidiu a Comissão de Educação da Câmara. É colunista do jornal Gazeta do Povo.