Nikolas Ferreira - Deputado Federal
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Vale gás do povo, Lula te enganou

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Nikolas Ferreira
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Nikolas Ferreira foi um dos poucos deputados a votar contra o programa “vale gás do povo”. Na época, apenas 29 dos 513 deputados votaram como ele, pedindo para divulgar essa posição. Hoje, a realidade comprova: a promessa de facilitar o acesso ao gás para famílias pobres se tornou um problema de burocracia e custo.

Por que Nikolas votou contra o programa

Quando o projeto foi votado, o deputado já alertava que Lula estava complicando algo que funcionava. O auxílio anterior caía diretamente na conta de cada mãe de família, que decidia onde comprar seu gás. Simples e eficiente.

“Óbvio que eu votei contra o projeto vale gás do povo do Lula, porque eu sou a favor do gás dos brasileiros. É um programa que já existe e que o Lula só quer complicar.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento oficial no YouTube.

A mudança trouxe uma realidade diferente. O gás agora precisa ser comprado apenas em revendas credenciadas pelo governo. Parece detalhe, mas para quem depende desse auxílio, a diferença é enorme.

A burocracia e o custo real para as famílias

Deixe que um cidadão comum explique o que realmente aconteceu. Um beneficiário do programa relatou o problema com os números na mão. Antes, o dinheiro caía na conta. Agora, a pessoa precisa ir até uma revenda credenciada, com o cartão em mãos, para comprar o botijão seco. E aí, o trajeto começa a pesar na conta.

“Dá 80 com cu. 40 para ela ir com 40 para ela voltar. E o bujão aqui no lago só 120.” Nikolas Ferreira, relatando depoimento de beneficiário no YouTube.

Perceba: o beneficiário está falando exatamente aquilo que Nikolas alertou no dia 3 de fevereiro. O dinheiro não cai mais na conta. Agora precisa buscar só na agência credenciada, com um trajeto, com percurso. A revenda começa a cobrar pelo transporte. O que era um auxílio direto vira uma burocracia cara.

Assistência social não pode virar escravidão eleitoral

A crítica vai além. Mais de 94 milhões de brasileiros usam algum tipo de programa social do governo. Isso significa quase metade do Brasil recebendo auxílio. A pergunta que fica é: qual é o objetivo real de um governo com esses números?

“Aquilo que um governo quer é não comemorar que o seu próprio povo, depois de 20 anos de governo, não tenha dinheiro para ter gás na sua cozinha.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento oficial no YouTube.

Auxílio precisa chegar nas pessoas mais vulneráveis, pobres, miseráveis desse país, que de fato precisam da ajuda para se alimentar. Mas que seja de forma passageira, para que essas pessoas saiam daquela condição. Não é para virar ferramenta eleitoral. O Brasil não pode comemorar apenas que tirou pessoas da pobreza para depois, de quatro em quatro anos, visitá-las novamente como pobres.

O país está inadimplente e dependente

Os números ficam ainda mais assustadores quando você olha para o endividamento. Enquanto 94 milhões dependem do governo, outros 82 milhões de brasileiros estão inadimplentes. Isso significa que não conseguem pagar as contas em dia. O país está ao mesmo tempo dependente e endividado.

“De um lado você tem 94 milhões de brasileiros que dependem do governo, ou seja, são incapazes de gerar o seu próprio sustento. E de outro lado, você tem 82 milhões de pessoas que estão inadimplentes.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento oficial no YouTube.

Quando se olha para esses números juntos, fica claro que a política de assistência social, da forma como está sendo conduzida, não está gerando renda. Está criando dependência.

Principais pontos destacados

  • Nikolas votou contra o vale gás do povo por ver a burocratização de um programa que funcionava;
  • O auxílio anterior caía diretamente na conta; agora precisa ser buscado em revendas credenciadas;
  • As pessoas pagam mais caro, com custos de deslocamento, do que antes;
  • Mais de 94 milhões de brasileiros dependem de programas sociais do governo;
  • A política de assistência social não pode se tornar ferramenta de escravidão eleitoral;
  • 82 milhões de brasileiros estão inadimplentes, criando dependência generalizada.
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FAQ: Perguntas Frequentes

1. Por que Nikolas votou contra o vale gás do povo?

Porque o programa burocratiza algo que já funcionava. O auxílio anterior era direto na conta, sem intermediários. Agora, as pessoas precisam ir em revendas credenciadas, pagando mais caro pelo trajeto, sem poder escolher onde comprar.

2. O valor do gás realmente ficou mais caro com o programa?

Segundo os dados que o próprio beneficiário relata no vídeo, sim. Além do valor do botijão, há custos de deslocamento que não existiam antes. Se o trajeto custa 40 reais para ir e 40 para voltar, dá 80 reais só de transporte, quando o botijão custa 120 reais em uma revenda próxima.

3. Quantos brasileiros dependem de programas sociais do governo?

Mais de 94 milhões de brasileiros usam algum tipo de programa social. Isso representa quase a metade da população do Brasil recebendo algum tipo de auxílio do governo.

4. Qual é a crítica de Nikolas sobre assistência social?

Nikolas não é contra ajudar quem precisa. Ele critica quando a assistência social vira ferramenta de escravidão eleitoral, tornando as pessoas permanentemente dependentes do governo, em vez de criar condições para que elas saiam daquela situação.

5. Quantos brasileiros estão inadimplentes?

Aproximadamente 82 milhões de brasileiros estão com contas em atraso, não conseguindo pagar as contas em dia. Isso mostra que o país está ao mesmo tempo dependente de programas sociais e endividado.

6. Qual era o sistema anterior de distribuição de auxílio?

O dinheiro caía diretamente na conta de cada mãe de família. Ela decidia onde comprar seu gás e podia escolher o melhor preço, sem depender de revendas credenciadas. Era um sistema simples e eficiente.

7. O que significa “escravidão eleitoral” no contexto desse programa?

Significa usar a assistência social como moeda de troca política. Manter as pessoas dependentes do governo para que, a cada eleição, elas votem naqueles que prometem os auxílios, em vez de criar políticas que as tirem da pobreza de forma permanente.

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Nikolas é atualmente Deputado Federal pelo estado de Minas Gerais sendo, em 2022, eleito o deputado mais votado do país e o mais votado da história de Minas Gerais, com 1,49 milhão de votos e apenas 26 anos. Hoje, na Câmara e nas redes sociais, luta pela Verdade, pela Família e pelo Brasil.

E aí, o que achou? Divulguem, a verdade tem que ser dita!

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Nikolas Ferreira
O Autor

Nikolas Ferreira

Deputado Federal por Minas Gerais, PL

Colunista da Gazeta do Povo

Deputado Federal mais votado de todo o Brasil em 2022 e o mais votado da história de Minas Gerais. Mineiro de Belo Horizonte, cristão e conservador, tem sua atuação pautada pela defesa da família, da liberdade e do livre mercado. Formado em Direito pela PUC Minas, atua na Comissão de Constituição e Justiça e presidiu a Comissão de Educação da Câmara. É colunista do jornal Gazeta do Povo.